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Confira o vídeo e as fotos com registros do X Congresso Internacional da Abralin!

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Confira também o vídeo da mesa de abertura e conferência inaugural do X Congresso.

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Eleita a nova diretoria da Abralin para o próximo biênio

É com grande prazer que anunciamos que a chapa da UFAL foi eleita, por aclamação, para presidir a Abralin no próximo biênio. A chapa é composta pelos seguintes membros:

Miguel Oliveira Jr - Presidente
Jair Barbosa da Silva - Vice-Presidente
Helson Flavio da Silva Sobrinho - 1o. Secretário
Eliane Barbosa da Silva - 2a Secretária
Luciana Lucente - 1a Tesoureira
Fábia Pereira da Silva - 2a Tesoureira

Todos os pesquisadores são docentes da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). A chapa assim composta está representando uma diversidade de áreas e linhas de pesquisa dentro da Linguística: Fonética/Fonologia, Psicolinguística, Sintaxe, LIBRAS, Análise do Discurso, Línguas Indígenas, etc. Todos os membros da chapa têm experiência com organização de eventos de grande porte.

A diretoria atual da Abralin deseja sucesso aos colegas da UFAL, colocando-se à disposição para tudo o que for preciso, no sentido de se garantir a continuidade das atividades de nossa associação e seu sucesso, na representação da área de Linguística do Brasil.

 

Eleição de novos conselheiros da Abralin

Na Assembleia Ordinária da Abralin, realizada no dia 10 de março de 2017, durante o X Congresso Internacional, foram eleitos, por aclamação, dois novos conselheiros para o próximo biênio:

Maria Elias Soares - UFC

José Magalhães - UFU

A diretoria da Abralin deseja sucesso na atuação dos colegas como conselheiros da Abralin.

Informações sobre os Anais do Congresso Internacional ocorrido em 2013

Prezados autores da obra "Estudos linguísticos - textos selecionados /ABRALIN - 2013" (referente aos Anais do Congresso Internacional ocorrido em 2013), seguem duas informações importantes:

a. Durante o X Congresso Internacional e XXIII Instituto de Verão, em março de 2017, na UFF, o CD referente à publicação será distribuído a todos os autores.

b. O ISBN da obra é 978-85-463-0059-4.

Carta em defesa da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ

A ABRALIN solidariza-se com a UERJ, convocando o poder público a assumir seus compromissos com uma das mais tradicionais e importantes instituições universitárias do país.

 

AO PODER PÚBLICO ESTADUAL E FEDERAL,
CARTA EM DEFESA DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ


Rio de Janeiro, 5 de janeiro de 2017

Nós, servidores da UERJ, associações profissionais e científicas e demais membros da sociedade civil em seus diversos segmentos, denunciamos, com profunda indignação, a dramática situação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e solicitamos ao poder público que assuma o compromisso com o pleno funcionamento da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.   A UERJ é a 5ª melhor Universidade do Brasil e a 11ª da América Latina, de acordo com o ranking “Best Global Universities 2016”, aferido com base em indicadores que mensuram a performance nas áreas de pesquisa acadêmica, número de docentes premiados e reputação regional e global.

Patrimônio científico e cultural do Rio de Janeiro, a UERJ firmou sua existência ao longo de 64 anos com avanços e inovações científico-acadêmicas que resultaram em 33 cursos de graduação, 54 de mestrado, 42 de doutorado, 142 de especialização, 623 projetos de extensão, intercâmbios e  parcerias internacionais, e dois centros médicos de atendimento e pesquisa: Hospital Universitário Pedro Ernesto e  Policlínica Piquet Carneiro - ambos com reconhecidas expertises em vários domínios das ciências médicas. Além do Colégio de Aplicação, que atende a estudantes nos níveis fundamental e médio.

Essas conquistas acadêmicas resultam do esforço conjunto de todos os segmentos da Universidade. Dentre esses esforços, destaque-se o programa Prociência, que permitiu à UERJ alcançar os atuais níveis de excelência. A UERJ é também pioneira em sua missão social ao ser precursora na implantação do sistema de cotas.

Todavia, somente em 2013 foi instituído, e de forma incompleta, o regime de dedicação exclusiva, existente há muito nas Universidades Federais. Além disso, há que se destacar a intolerável defasagem salarial frente à remuneração das Universidades Federais, resultado de 14 anos sem reajuste linear.

Neste momento, a UERJ enfrenta uma crise profunda e sem precedentes, agravada desde o final de 2015, quando o governo do Estado do Rio de Janeiro passou a submeter a Universidade a um progressivo abandono, um verdadeiro processo de sucateamento. A degradação tornou-se pública em fins de 2016, com a propalada falência do estado do Rio de Janeiro, que resultou na falta de pagamento do custeio da Universidade e dos salários de seus servidores. Submetida a condições inaceitáveis, a UERJ encontra-se paralisada.

Conclamamos, portanto, o poder público, em suas diferentes esferas – estadual e federal-, a assumir sua responsabilidade pelo destino de 2.977 docentes altamente qualificados, 4.519 funcionários técnico-administrativos especializados e 32.220 estudantes, desta que é a 5ª melhor Universidade do Brasil.

Nota de repúdio aos cortes de verbas públicas destinadas à Ciência e à Tecnologia

A Associação Brasileira de Linguística, por intermédio de sua Diretoria e Conselho, endossa a nota abaixo, que repudia os cortes de verbas públicas destinadas à Ciência e à Tecnologia:

NOTA DE REPÚDIO

As entidades abaixo relacionadas, que representam comunidades acadêmicas, científicas, tecnológicas e de inovação, vêm a público denunciar a operação desastrosa feita pelo Congresso Nacional na Lei Orçamentária Anual – LOA 2017 com a criação de uma nova fonte de recursos (fonte 900) retirando verbas das áreas de educação e C,T&I. Esses recursos estavam antes assegurados pela fonte 100, que tem pagamento garantido pelo Tesouro Nacional.

Essa transferência para a fonte 900 não tem recursos assegurados, tanto que passam a ser chamados de “recursos condicionados “ de acordo com manual orçamentário. A fonte 900 inclusive põe em dúvida o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF, que exige para cada empenho a definição clara da fonte de recursos. Qual a fonte real que o governo utilizará para honrar os pagamentos prometidos pela LOA 2017 à área de C,T&I se a fonte usada está “condicionada” a um apontamento futuro?

Salientamos que só na área de C,T&I o impacto financeiro será de R$ 1,712 bilhão, deixando a operação das OSs e das bolsas de pesquisa com apenas R$ 206 milhões na fonte 100, de pagamento direto pelo Tesouro Nacional. Em todo o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação – MCTIC, somente a pesquisa científica foi atingida pela transferência de recursos para a fonte 900.

A operação realizada pelos parlamentares gerará, na prática, um corte de 89,24% nas dotações orçamentárias previstas para administração do setor, as Organizações Sociais (OSs) e as bolsas de formação e capacitação em C,T&I. Isso porque a nova fonte 900 poderá ser uma mera ficção, ao tirar a garantia de pagamento dos recursos previstos na LOA para coloca-los na dependência futura de uma nova lei que, de fato, defina uma fonte segura que cubra a previsão orçamentária.

Para educação e C,T&I a situação é gravíssima tendo em vista a aprovação, por este mesmo Congresso Nacional, da PEC dos Gastos Públicos, que congelará os investimentos em educação para os próximos 20 anos. É triste ver o país continuam encarando educação e C,&I como gasto e não como investimento, como ocorre em países avançados, por falta absoluta de compreensão dos que decidem.
Apesar do que afirma o governo, a transferência de recursos da pesquisa para a fonte 900 gerará impactos dramáticos no sistema educacional já em 2017, caso não seja imediatamente revertida, prejudicando milhares de pesquisadores em todo o pais que dependem de bolsas da CAPES e do CNPq para dar sequencia a seus trabalhos.

Oficialmente, alegam que os recursos suspensos serão pagos por meio da Desvinculação de Receitas da União – DRU. Fosse isso verdade, porque então não manter as verbas na fonte 100, já que será o mesmo Tesouro Nacional quem irá administrar as verbas desvinculadas futuramente?

No jogo político, o sequestro das verbas aprovado pelo Congresso Nacional nos parece uma forma não ortodoxa para garantir a aprovação da controversa Lei de Repatriação de Recursos (PL 2.617/2015), de onde supostamente viria a verba capaz de voltar a garantir o pagamento efetivo dos recursos colocados na fonte 900.

É lamentável constatar esses fatos que serão extremamente prejudiciais ao país. Qualquer Nação na era da economia do conhecimento sabe que educação e C,T&I são as peças fundamentais para atingir os objetivos de cidadania num mundo global.
A comunidade acadêmica, científica, tecnológica e de inovação está perplexa com a sequencia de ações tomadas pelo governo federal em parceria com o Congresso Nacional, que claramente colocam em risco o futuro do Brasil. Sinceramente esperamos que essas decisões sejam revistas pelo bem da Nação e do povo brasileiro.

Academia Brasileira de Ciências (ABC)
Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec)
Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Empresas Inovadoras (Anpei)
Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap)
Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti)
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

Comunicado de pagamentos de associação e de inscrição no X Congresso da Abralin

Prezado(a) associado(a),
A partir de 01/01/2017, os pagamentos de associação e de inscrição no X Congresso da Abralin serão realizados apenas por meio de cartão de crédito e débito, devido à mudança nas regras bancárias para emissão e compensação de boletos a partir dessa data.

A Abralin assina a carta do Fórum de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas, endereçada ao Exmo. Sr. Gilberto Kassab

A Abralin assina a carta do Fórum de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas, endereçada ao Exmo. Sr.  Gilberto Kassab. D.D.  Ministro de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação

Brasil, 31 de outubro de 2016.

Exmo. Sr.  Gilberto Kassab.
D.D.  Ministro de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação
Brasília – DF

Senhor Ministro,

O Fórum de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas,  organização que reúne 51 instituições de representação das comunidades científicas de diversas áreas do conhecimento, vem por meio desta protestar veementemente contra a reforma do MCTIC que aloca o CNPq e a FINEP numa obscura Coordenação Geral de Serviços Postais e de Governança e Acompanhamento de Empresas Estatais e Entidades Vinculadas.
Como o Senhor bem sabe, o CNPq e a FINEP ocupam lugares singulares no Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, lugares esses que lhes são devidos não apenas pelas suas histórias de contribuição à edificação desse mesmo sistema, mas nas atuações absolutamente imprescindíveis que têm, hoje, na manutenção e no funcionamento das estruturas de pesquisa disseminadas por todo o território nacional. Acrescente-se a isso o fato de que uma diminuição da produção científica e tecnológica colocaria o Brasil em forte desvantagem face a outros países que, por reconhecerem o valor estratégico da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento social e econômico sustentável, atribuem-lhes papel de destaque institucional, com crescente investimento público e privado.
Temos a convicção de que a reforma do MCTIC, proposta pelo governo de que V. Exa. participa,  em nada contribuirá para o avanço das políticas e das atividades de C&TI no país. Ao contrário, resultará num retrocesso devido não apenas à subalternização do CNPq e da FINEP a estruturas alheias aos interesses e necessidades da área, mas também por reunir numa mesma Coordenação órgãos com finalidades muito diversas.
Além de não dar ao CNPq e a FINEP maior eficiência para o cumprimento às suas finalidades e de colocar em risco um patrimônio arduamente construído pelo povo brasileiro e pela comunidade científica, a reforma coloca sérios obstáculos para que o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação possa continuar e aumentar sua contribuição ao desenvolvimento nacional.
Por essas razões, defendemos a manutenção do status institucional do CNPq e da FINEP — de cuja existência e autonomia dentro do MCTIC dependem o futuro imediato, se não longevo, da pesquisa brasileira  —  e instamos o Senhor Ministro a atuar nessa direção junto ao Governo de que participa.


Assinam:

1. ABA - Associação Brasileira de Antropologia
2. ABClima - Associação Brasileira de Climatologia
3. ABCP - Associação Brasileria de Ciência Política
4. ABEC - Associação Brasileira de Editores Científicos
5. ABED - Associação Brasileira de Educação a Distância
6. ABEP - Associação Brasileira de Estudos Populacionais
7. ABEPSS - Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social
8. ABERGO - Associação Brasileira de Ergonomia
9. ABJC - Associação Brasileira de Jornalismo Científico
10. ABPD - Associação Brasileira de Psicologia do Desenvolvimento
11. ABPEE - Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial
12. ABPMC - Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental
13. ABRALIN - Associação Brasileira de Linguística
14. ABRAPCORP - Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas
15. ABRAPEC - Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências
16. ABRAPEE - Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional
17. ABRAPSO  - Associação Brasileira de Psicologia Social
18. ABRI - Associação Brasileira de Relações Internacionais
19. ANPOF - Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia
20. ANCIB - Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação
21. ANPARQ - Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo
22. ANPEC - Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia
23. ANPED - Associação Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Educação
24. ANPEPP - Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia
25. ANPOCS - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais
26. ANPOLL - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística
27. ANPUH - Associação Nacional de História
28. ANPUR - Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional
29. ANPTUR - Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Turismo
30. CESA - Sociedade Científica de Estudos da Arte
31. CNS - Conselho Nacional de Saúde
32. COMPOS - Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação
33. CONPEDI - Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito
34. ESOCITE - Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias
35. FEBRAPSI -Federação Brasileira de Psicanálise
36. INTERCOM - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
37. SAB - Sociedade Brasileira de Arqueologia
38. SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos
39. SBEM - Sociedade Brasileira de Educação Matemática
40. SBEnBio - Associação Brasileira de Ensino de Biologia
41. SBHC - Sociedade Brasileira de História da Ciência
42. SBHE - Sociedade Brasileira de História da Educação
43. SBP - Sociedade Brasileira de Psicologia 
44. SBHP - Sociedade Brasileira de História da Psicologia
45. SBPHA -Sociedade Brasileira de Filosofia Analítica
46. SBPOT - Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho
47. SBPJor - Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo
48. SBS - Sociedade Brasileira de Sociologia
49. SOCICOM - Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação
50. UGB - União da Geomorfologia Brasileira
51. ULEPICC - União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura

Nota Pública da diretoria da ABRALIN acerca dos cortes de recursos do CNPq

A ABRALIN manifesta, mais uma vez, seu repúdio à política de redução drástica de recursos alocados em Ciência, Tecnologia e Inovação levada a termo pelo atual Governo Federal. Desta vez, para além das ameaças à Educação e à Ciência que representam a PEC 241 e PLS 594, as universidades e os pesquisadores brasileiros são tomados de assalto pela ameaça de corte de até 30% dos recursos destinados às bolsas de incentivos à produtividade (BP) do CNPq. Há alguns anos, o número desses e de outros tipos de incentivo federal à pesquisa científica vem sendo gradualmente reduzido, de modo que uma perda repentina de cerca de um terço das BPs causaria danos graves à ciência brasileira.

A ABRALIN defende que, ao lado da Educação, a Ciência deve estar entre as prioridades do Governo Federal como alternativa para o desenvolvimento social e econômico do país. Bolsas de produtividade, bolsas de estudantes de pós-graduação e bolsas de iniciação científica, além de financiamentos de projetos de pesquisa, estão entre as principais medidas de fomento à produção científica, que, se diminuídas ainda mais, deixarão a ciência brasileira à beira da extinção precoce.

Estão abertas as inscrições para os minicursos do XXIII Instituto de Verão!

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Informações no site.

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