COMISSÕES
Revitalização Linguística
COORDENADORES
Maria Luisa Freitas
(UFPE)
Coordenador - Revitalização Linguística
Maria Luisa Freitas
(UFPE)
Professora Adjunta de Linguística na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Professora Permanente no Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) da UFPE. Doutora e Mestre em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com período sanduíche no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Bacharel e Licenciada em Letras, com habilitação em Linguística e em Português, respectivamente, e formação complementar em Antropologia, pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, realiza Estágio Pós-Doutoral no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). É líder do Núcleo de Estudos Indigenistas - NEI (CNPq). Coordena a Comissão de Línguas Indígenas da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN).Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Teoria e Análise Linguística, atuando principalmente nos seguintes temas: revitalização linguística; morfologia; sintaxe; tipologia linguística; documentação e descrição de línguas indígenas.
Evandro Bonfim
(UFSCar)
Coordenador - Revitalização Linguística
Evandro Bonfim
(UFSCar)
Pesquisador Visitante do Depto de Antropologia da Universidade Federal de São Carlos com o projeto "A noção de retomada no campo da revitalização linguística: considerações a partir da Etnologia dos povos indígenas no Brasil" (FAPESP 2025/00064-3). Professor Colaborador do Departamento de Antropologia do Museu Nacional-UFRJ. Integrante do corpo docente do Mestrado Profissional em Linguística e Línguas Indígenas (PROFLLIND) do Museu Nacional-UFRJ. Integrante da Comissão de Línguas Indígenas da Associação Brasileira de Linguística. Integrante do Grupo de Trabalho Transmissão de Línguas Indígenas e Construção de Resiliência da Força-Tarefa Global da Década Internacional das Línguas Indígenas da UNESCO. Desenvolve pesquisa sobre máscaras e rituais junto ao povo Bakairi, além de estudos comparativos sobre a família linguística Karib. Trabalha em projetos de revitalização/retomada de línguas indígenas sob a perspectiva etnolinguística, realizando oficinas com os povos Anacé e Otxukayone. Atuou como Pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), com bolsa de Pós-Doutorado da Fundação de Pesquisa do Estado de São Paulo (2015/26464-9) sobre o lugar das imagens nas controvérsias públicas envolvendo as definições de secular e religioso na sociedade brasileira contemporânea (2016-2020). Pós-Doutorado em Linguística pelo Programa de Pós-Graduação em Linguística-UFRJ com bolsa do CNPq (2012-2014). Doutor (2012) e Mestre (2004) em Antropologia Social pelo Museu Nacional/UFRJ com pesquisas sobre cristianização e noção de pessoa na Renovação Carismática Católica (comunidade Canção Nova) e na Igreja Universal do Reino de Deus. Especialista em Línguas Indígenas Brasileiras pelo Museu Nacional/UFRJ (2012). Graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal do Ceará (2000). Trabalha também com os povos Xavante, Mebêngôkre e Kaiowa. Áreas de Interesse: Relações entre Religião e Mídia; Análise do Discurso; Antropologia do Cristianismo; Iconografia; Etnologia Ameríndia; Línguas e Povos Indígenas Brasileiros; Projetos de Recuperação de Línguas Indígenas; Patrimônio Imaterial e Diversidade Linguística no Brasil; Teoria Fonológica.
MEMBROS
Lílian Teixeira de Sousa
Membro - Revitalização Linguística
Lílian Teixeira de Sousa
(UFBA)
Possui graduação em Letras pela Universidade Federal de Ouro Preto (2004), mestrado em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007), e doutorado em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (2012) com período de sanduíche na Universidade Livre de Berlim. Foi pesquisadora visitante na Universidade de Cambridge (2018). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal da Bahia, atuando na graduação e pós-graduação. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Teoria e Análise Linguística, atuando principalmente nos seguintes temas: diacronia, sintaxe e interfaces.
Antônia Fernanda de Souza Nogueira
Membro - Revitalização Linguística
Antônia Fernanda de Souza Nogueira
(UFPA)
É professora do curso de Letras-Língua Portuguesa da Universidade Federal do Pará, Instituto de Letras e Comunicação. Desde 2008, desenvolve pesquisa sobre a língua indígena Wayoro (Tupi), também conhecida como Wayoró, Wajuru, Ajuru. É doutora em Letras pelo programa de Linguística da Universidade de São Paulo, com tese intitulada "Predicação na língua Wayoro (Tupi): propriedades de finitude" (2019). Realizou estágio doutoral no Laboratório de Ciências da Linguagem SeDyL (Structure et Dynamique des Langues), Paris, em 2018. É mestra em Linguística também pela USP com dissertação intitulada "Wayoro: fonologia segmental e morfossintaxe verbal" (2011). É vice-coordenadora do projeto "Documentation of the severely endangered languages Makurap and Wayoro (Brazil): material and non-material traditional culture, and its associated knowledge", financiado pelo Endangered Language Documentation Programme (ELDP), em 2022. Concluiu a graduação em Letras na Universidade Federal do Pará (2008) e desenvolveu projeto de Iniciação Científica no Museu Emílio Goeldi na área de linguística histórico-comparativa sobre a subfamília Tupari (família Tupi). Tem experiência como coordenadora de projetos de pesquisa, ensino e extensão na Universidade Federal do Pará relacionados à área de Linguística e Línguas Indígenas. Atua nas áreas de Documentação Linguística e Cultural, com foco no registro e preservação da diversidade sociocultural dos povos indígenas, e na área de Análise e Descrição de Línguas, com foco em morfossintaxe e sintaxe.
Luiz Amaral
Membro - Revitalização Linguística
Luiz Amaral
(University of Massachusetts Amherst)
é Ph.D. pela Ohio State University, mestre pela PUC-Rio e bacharel em letras pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Atualmente ele é professor titular de linguística no Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas (Languages, Literatures and Cultures) da University of Massachusetts Amherst. Suas áreas de interesse são aquisição de segunda língua, bilinguismo e revitalização de línguas indígenas.
Danilo Paiva Ramos
Membro - Revitalização Linguística
Danilo Paiva Ramos
(UFSCar)
Antropólogo. Professor adjunto C do Dep. Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e professor permanente do Programa de Pós Graduação em Antropologia Social da UFSCar (PPGAS-UFSCar). Tem pós-doutorado em Antropologia Linguística pela Universidade de São Paulo - USP/ Universidade do Texas - UT (2014-2017, FAPESP/ 2015-2016, BEPE-FAPESP), Doutorado em Antropologia Social (Etnologia indígena) pela USP (2014), mestrado em Antropologia Social (Antropologia Rural) pela USP (2006), Graduação em Ciências Sociais -USP (2003) e licenciatura em Ciências Sociais-USP (2009). É líder do Grupo de Pesquisa em Etnografia, Linguagem e Ontologia - ELO (CNPq). Desenvolve pesquisas em etnologia indígena, com ênfase em estudos sobre xamanismo, poéticas indígenas, ontologia e linguagem, e saúde indígena. É membro da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN). É membro do Coletivo de Apoio aos Povos Yuhup-Hup-Dâw-Nadëb (CAPYHDN).
Glauber Romling da Silva
Membro - Revitalização Linguística
Glauber Romling da Silva
(UNIFAP)
Professor adjunto IV da Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade Federal do Amapá (Unifap), Campus Binacional em Oiapoque e do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGLET) no campus Marco Zero - Macapá, na linha de pesquisa "descrição e análise de línguas indígenas" . Desde 2021 é líder do Grupo de Pesquisa certificado pelo CNPq "Laboratório de Descrição e Documentação de Línguas e Culturas da Universidade Federal do Amapá". Atualmente é membro da Comissão de Línguas Indígenas da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN). Tem pós-doutorado (IEL-Unicamp, 2015), doutorado (UFRJ-University of Ottawa, Canadá, 2013) e mestrado (UFRJ, 2009) em linguística na linha de pesquisa "línguas indígenas". É Bacharel e Licenciado em Letras Português-Latim (UFRJ, 2007). Foi coordenador da Licenciatura Intercultural Indígena (2016-17) e coordenador de pesquisa, extensão e ações comunitárias (2015-16) do Campus Binacional em Oiapoque (Unifap). É presidente, desde 2020, da Comissão de Extensão do Curso de Licenciatura Intercultural Indígena da UNIFAP e coordenador do Programa Turé. Foi coordenador (2009-13) do projeto de documentação "Documentation of the Paresi-Haliti Language (Arawak)" através do "Endangered Languages Documentation Program" da "School of Oriental and African Studies" (University of London). Foi coordenador do projeto "Documentação de uma Língua Arawak do Sul: o Paresi-Haliti" através do "Projeto de Documentação de Línguas Indígenas" (PRODOCLIN, 2009-13), com sede no Museu do Índio (FUNAI). É gestor científico da equipe que está construindo dois dicionários online e seus aplicativos para o kheuól do Uaçá nas variedades Karipuna e Galibi-Marworno através de iniciativa do Museu Nacional dos Povos Indígenas. Atualmente coordena o projeto de pesquisa "As línguas indígenas do Amapá e norte do Pará: descrição, análise, documentação e (re)vitalização." Trabalhou como parecerista das revistas Journal of the Society for the Anthropology of Lowland South America, LIAMES (Unicamp), Linguística (UFRJ), Veredas (UFJF), Diacrítica (Universidade do Minho), dentre outras. A pesquisa atual engloba descrição, documentação e (re)vitalização de línguas indígenas. Tem publicações sobre as línguas kheuól do Uaçá (karipuna e galibi-marworno), paresi-haliti (Arawak), pirahã (Mura), e kuikuro (Karib), nas áreas de documentação linguística, (re)vitalização de línguas indígenas, sintaxe, fonologia e fonética.
Carla Daniele Nascimento da Costa
Membro - Revitalização Linguística
Carla Daniele Nascimento da Costa
(University of Massachusetts Amherst)
Mestre em Letras/Linguística pela Universidade Federal do Pará (2020) e graduada em Licenciatura em Letras - habilitação em Língua Portuguesa - também pela UFPA (2018). Durante a graduação desenvolveu estudo sobre aspectos morfossintáticos da negação na língua Sakurabiat, também conhecida como Mekens. Durante o mestrado, desenvolveu projeto de pesquisa sobre a elaboração de um material didático para a língua indígena Sakurabiat, incluindo oficinas de revisão da ortografia da língua indígena e utilização do material didático nas comunidades. Interessa-se pelas áreas: ensino-aprendizagem de línguas, estratégias de (re)vitalização/resgate de línguas minorizadas, documentação linguística e cultural e descrição de línguas indígenas. Tem experiência de trabalho de campo em comunidades indígenas para documentação, análise linguística e elaboração de materiais pedagógicos.
Altaci Corrêa Rubim
Membro - Revitalização Linguística
Altaci Corrêa Rubim
(UnB)
Professora Dra. Altaci Corrêa Rubim é graduada em Normal Superior pela Universidade do Estado do Amazonas (2005) e em Pedagogia pela Universidade Leonardo Da Vinci (2009). É mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia (PPGSA/UFAM, 2011), doutora em Linguística pela Universidade de Brasília (UnB, 2016) e mestre pelo Mestrado Profissional em Linguística e Línguas Indígenas (PROFLLIND/UFRJ, 2025). Docente e pesquisadora do Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas (LIP) do Instituto de Letras da UnB e professora/pesquisadora do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia (PNCSA/UEA). Atua nas áreas de educação indígena, política linguística, identidade étnica, mapeamento de línguas indígenas e elaboração de material didático em línguas originárias. É copresidente do Grupo de Trabalho da Força Tarefa Global para a Década das Línguas Indígenas (UNESCO, 2024-2026), Coordenadora de Promoção de Políticas Linguísticas do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e membro suplente do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT, 20242027). Foi Coordenadora-Geral de Articulação de Políticas Educacionais Indígenas no MPI (20232024) e chefe da Gerência de Educação Escolar Indígena da SEMED/Manaus (20172018). Possui publicações no Brasil e no exterior.
Cecilia Farias de Souza
Membro - Revitalização Linguística
Cecilia Farias de Souza
(Centro de Referência do Museu da Língua Portuguesa)
Graduada em Letras, com habilitação em Português e Linguística (2014), mestre em Linguística (2017) e doutora em Linguística (2025) pela Universidade de São Paulo. Minha pesquisa se volta à ecologia linguística da Galícia, e tenho interesse em realidades multilíngues, línguas minorizadas e as relações sociais ligadas à linguagem. Trabalho como pesquisadora no Centro de Referência Museu da Língua Portuguesa. Participo do LLICC Laboratório Linguagem, Interação, Cultura e Cognição. Sou pesquisadora associada do projeto do Centro de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas, uma parceria entre Museu da Língua Portuguesa e o Museu de Arqueologia e Etnografia da USP (MAE-USP), com financimento da Fapesp. Também faço o Babel Podcast, podcast sobre diversidade linguística, edito e escrevo para o Membrana Linguística, publicação sobre as intersecções da linguística com outros campos do conhecimento, e integro o Coletivo Sycorax, coletivo de tradução feminista. Sou membro da Comissão de Popularização da Linguística e da Comissão de Revitalização Linguística da Abralin.
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Retórica
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